museu do penis_poucas_palavras.jgp

 

Imagine que um dia, por esses estranhos caminhos do destino, você esteja na Islândia, essa pequena ilha do Atlântico Norte, um país soberano e independente. E também um dos mais frios do mundo. Você certamente vai se divertir com os géisers, com a fúria dos ventos gelados e com a longíncua, mas constante, observação de baleias, morsas e ursos brancos. E chega. Não! Ainda resta dar um pulo no Icelandic Phallological Museum. Ou, em outras palavras, o museu do pênis, o único do mundo especializado nesse… tema.

O museu foi criado por um certo historiador de nome impronunciável: Sigurdur Hjartarson. Certo dia de 1971, ele ganhou o pênis de um boi para usar como chicote durante as longas cavalgadas que empreendia em sua fazenda. Daí ele teve a oportunidade de encontrar o pênis de uma baleia, tido como o maior do mundo (dizem que pode chegar até a seis metros de comprimento em posição de “sentido”). Sigurdur então ficou excitado (desculpem) com o universo que se descortinava à sua frente. Por que não fazer uma coleção exótica dessas, digamos, particularidades mamíferas? Resumindo, hoje o museu contém mais de 280 “peças” de 93 diferentes espécies animais. Além de uma vasta coleção de objetos de decoração e utilitários baseados nas formas fálicas.

Se você resolver visitar o museu, não pense que será o único. Neste ano, 13 mil pessoas já estiveram por lá, apreciando as diversas modalidades desse órgão masculino. Veja as fotos.

Utensílio útil com pegador  ergonômico

Utensílio útil com pegador ergonômico

 

 

De baleia, o maior do mundo

 

De elefante: peça decorativa em madeira

De elefante: peça decorativa em madeira

À direita, o de foca. À esquerda, o de baleia

À direita, o de baleia. À esquerda, o de foca

A fachada do museu, em Reykjavík, capital da Islândia

A fachada do museu, em Reykjavík, capital da Islândia